Santos, SP, 26 (AFI) - Nem tudo são flores pelo lado do Santos, após a vitória por 2 a 1 contra o Palmeiras, neste sábado no Pacaembu, mais uma vez a novela Ganso deu o que falar. O meia comentou as declarações do presidente santista, Luis Alvaro, que não gostou nenhum pouco das palavras do o camisa 10 santista, onde ele disse que seria um prazer atuar com a camisa do São Paulo. Segundo Ganso, o dirigente o coloca contra a torcida e garante que não está arrependido de sua declaração sobre o rival.
“Meu ciclo não acabou pelo Santos. Eu quero ficar no Peixe. Mas não gostei das declarações do presidente, ele me coloca contra torcida. Não me arrependo do eu disse, até porque são grandes clubes, nunca podemos descartar times como esses”, disse o meia.
O torcedor Santisa, que já vinha vaiando o atleta, não fez diferente no clássico, a cada erro do meia a vaia tomava conta dos torcedores. Porém, Ganso diz que está acostumado com essa pressão e que deve continuar atuando com a camisa do time alvinegro.
“A torcida não é a primeira vez que pega no meu pé. Já até joguei machucado, mas isso ninguém fala. Tenho a cabeça boa e sempre honrei a camisa do Santos”, concluiu.
“Meu ciclo não acabou pelo Santos. Eu quero ficar no Peixe. Mas não gostei das declarações do presidente, ele me coloca contra torcida. Não me arrependo do eu disse, até porque são grandes clubes, nunca podemos descartar times como esses”, disse o meia.
O torcedor Santisa, que já vinha vaiando o atleta, não fez diferente no clássico, a cada erro do meia a vaia tomava conta dos torcedores. Porém, Ganso diz que está acostumado com essa pressão e que deve continuar atuando com a camisa do time alvinegro.
“A torcida não é a primeira vez que pega no meu pé. Já até joguei machucado, mas isso ninguém fala. Tenho a cabeça boa e sempre honrei a camisa do Santos”, concluiu.
Queda de rendimento preocupa técnico do Vasco
Rio de Janeiro, RJ, 26 (AFI) - O técnico Cristóvão Borges admitiu na noite de sábado que está preocupado com a queda de rendimento do Vasco nas últimas rodadas do primeiro turno. Ao ser superado pelo Fluminense, o time de São Januário somou quatro jogos sem vitória. A situação é agravada pela queda na tabela e pelas derrotas em dois clássicos seguidos.
"No geral, o desempenho da equipe é bom. Claro que, neste momento, a avaliação se refere ao final [do turno], que não é boa. A equipe estava acostumada a ganhar, com uma boa performance, mas sofreu uma queda neste final. Isso [sequência negativa] precisa ser quebrado. É lógico que é preocupante", reconheceu após a derrota por 2 a 1 para o Fluminense.
Apesar do tropeço, Borges ficou satisfeito com a postura vascaína, superior a dos últimos jogos. "Apesar do resultado, que não foi satisfatório, a equipe voltou a ser aquela que se entrega, bem organizada, com variação de jogo. A equipe continua forte. Precisávamos retomar esse equilíbrio", avaliou.
Para o treinador, a referência negativo do Vasco é o primeiro tempo disputado contra o Coritiba, há duas rodadas - o duelo acabou empatado por 2 a 2. "A equipe melhorou em relação ao que vinha fazendo. O jogo de hoje [sábado] é muito próximo daquilo que é o bom do Vasco. Então, vejo [o desempenho de hoje] de uma forma positiva".
Após passar quatro rodadas sem vencer, o Vasco perdeu a vice-liderança e pode terminar esta rodada na quarta colocação da tabela, se o Grêmio empatar ou vencer o clássico com o Internacional, neste domingo.
"No geral, o desempenho da equipe é bom. Claro que, neste momento, a avaliação se refere ao final [do turno], que não é boa. A equipe estava acostumada a ganhar, com uma boa performance, mas sofreu uma queda neste final. Isso [sequência negativa] precisa ser quebrado. É lógico que é preocupante", reconheceu após a derrota por 2 a 1 para o Fluminense.
Apesar do tropeço, Borges ficou satisfeito com a postura vascaína, superior a dos últimos jogos. "Apesar do resultado, que não foi satisfatório, a equipe voltou a ser aquela que se entrega, bem organizada, com variação de jogo. A equipe continua forte. Precisávamos retomar esse equilíbrio", avaliou.
Para o treinador, a referência negativo do Vasco é o primeiro tempo disputado contra o Coritiba, há duas rodadas - o duelo acabou empatado por 2 a 2. "A equipe melhorou em relação ao que vinha fazendo. O jogo de hoje [sábado] é muito próximo daquilo que é o bom do Vasco. Então, vejo [o desempenho de hoje] de uma forma positiva".
Após passar quatro rodadas sem vencer, o Vasco perdeu a vice-liderança e pode terminar esta rodada na quarta colocação da tabela, se o Grêmio empatar ou vencer o clássico com o Internacional, neste domingo.
Abel diz que não vai secar o Atlético-MG: 'Sou tricolor'
Rio de Janeiro, RJ, 26 (AFI) - Após alcançar o líder Atlético-MG na tabela, Abel Braga descartou secar o rival no clássico deste domingo, contra o Cruzeiro. Feliz pela vitória sobre o Vasco, o treinador preferiu exaltar o desempenho do Fluminense no segundo tempo e avisou que vai assistir ao duelo gaúcho, entre Internacional e Grêmio, para ficar "neutro".
O Fluminense atingiu os mesmos 42 pontos do Atlético na classificação ao vencer o Vasco por 2 a 1, na noite de sábado, no Engenhão. O tricolor, porém, não tem como superar o rival mineiro na tabela nesta rodada. Os mineiros somam uma vitória a mais e ainda têm dois jogos a menos.
"Hoje nós temos os mesmos pontos que o Atlético. Agora cabe ao Atlético fazer a parte dele. Não pensem que eu vou ficar neste domingo, na frente da TV, secando o Atlético. Não sou cruzeirense. Eu sou tricolor", afirmou o treinador. "Melhor assistir ao Inter e Grêmio. É melhor. Fico com mais neutralidade".
Abel revelou que a vitória no clássico de sábado só foi possível depois de uma "bronca" no intervalo. O treinador cobrou mais humildade da equipe, que passou a ter mais iniciativa na segunda etapa.
"A qualidade do time era a mesma. Mas fomos mais humildes no segundo tempo. Começamos a correr mais atrás da bola. Percebemos que, se não nos organizássemos bem em campo, não chegaríamos à vitória. Por isso foi uma vitória da humildade", comemorou Abel.
O Fluminense atingiu os mesmos 42 pontos do Atlético na classificação ao vencer o Vasco por 2 a 1, na noite de sábado, no Engenhão. O tricolor, porém, não tem como superar o rival mineiro na tabela nesta rodada. Os mineiros somam uma vitória a mais e ainda têm dois jogos a menos.
"Hoje nós temos os mesmos pontos que o Atlético. Agora cabe ao Atlético fazer a parte dele. Não pensem que eu vou ficar neste domingo, na frente da TV, secando o Atlético. Não sou cruzeirense. Eu sou tricolor", afirmou o treinador. "Melhor assistir ao Inter e Grêmio. É melhor. Fico com mais neutralidade".
Abel revelou que a vitória no clássico de sábado só foi possível depois de uma "bronca" no intervalo. O treinador cobrou mais humildade da equipe, que passou a ter mais iniciativa na segunda etapa.
"A qualidade do time era a mesma. Mas fomos mais humildes no segundo tempo. Começamos a correr mais atrás da bola. Percebemos que, se não nos organizássemos bem em campo, não chegaríamos à vitória. Por isso foi uma vitória da humildade", comemorou Abel.
Botafogo e Flamengo fazem clássico para embalar no returno
Pela última rodada do turno do Campeonato Brasileiro, Botafogo e Flamengo duelam neste domingo, no Engenhão, querendo uma vitória para embalar na competição. Enquanto os alvinegros buscam repetir pelo menos o placar do meio de semana contra o Palmeiras - vitória por 3 a 1 -, os rubro-negros tiveram a semana livre e estão motivado após vencerem o Vasco por 1 a 0 no fim de semana passado.
No Botafogo, o técnico Oswaldo de Oliveira tem muitos problemas. Além de já não contar com Márcio Azevedo, Fellype Gabriel e Vitor Júnior, o comandante ainda perdeu o zagueiro Antonio Carlos e o atacante Rafael Marques, lesionados. Com isso, a escalação terá Brinner na zaga ao lado de Fábio Ferreira, Lima permanecendo na lateral-esquerda e o uruguaio Lodeiro no meio, com somente Elkeson no ataque.
O jogo terá um gosto especial para o holandês Seedorf. O jogador espera poder sair de campo com a primeira vitória em um clássico. Até agora, o meia foi derrotado pelo Vasco logo em sua segunda partida com a camisa do Botafogo.
"É o primeiro Botafogo e Flamengo para mim, então estou curioso para saber como será. São dois times que estão com um bom ambiente, e esperamos um jogo equilibrado. A tensão costuma vir de fora para dentro. Nesses jogos procuramos segurar um pouco a tensão porque não precisamos de motivação, todos já estão ligados. Estou com muita curiosidade de ver como será esse ambiente no jogo de domingo", disse.
Pelo lado do Flamengo, a semana ficou voltada para a apresentação do atacante Adriano. Dentro de campo, o técnico Dorival Júnior espera repetir a escalação da vitória sobre o Vasco. No entanto, o meia Renato Abreu sentiu dores no joelho e virou dúvida para o confronto. Com isso, Ibson e Bottinelli chegaram a treinar no seu lugar e vão brigar pela vaga no meio.
O goleiro Felipe afirmou que o Flamengo pode se beneficiar do fato de o Botafogo ter jogado no meio de semana. No entanto, o arqueiro sabe que a equipe terá dificuldade para buscar a vitória.
"O Flamengo é um time em ascensão. A parada que tivemos com o adiamento do jogo com o Atlético-MG foi fundamental para acertar o time, e temos agora outra semana cheia para trabalhar. Nós tivemos a semana livre, e eles (Botafogo) jogaram. Será um jogo de superação. Vamos tentar aproveitar isso ", declarou.
FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO x FLAMENGO
BOTAFOGO x FLAMENGO
Local: Estádio João Havelange (Engenhão), no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 26 de agosto de 2012, domingo
Hora: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols Cortez (RJ)
Assistentes: Marco Santos Pessanha e Rodrigo Henrique Corrêa (ambos do RJ)
Data: 26 de agosto de 2012, domingo
Hora: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols Cortez (RJ)
Assistentes: Marco Santos Pessanha e Rodrigo Henrique Corrêa (ambos do RJ)
BOTAFOGO: Jéfferson, Lucas, Brinner, Fábio Ferreira e Lima; Amaral, Renato, Seedorf, Andrezinho e Lodeiro; Elkeson
Técnico: Oswaldo de Oliveira
Técnico: Oswaldo de Oliveira
FLAMENGO: Felipe, Leonardo Moura, Wellinton, Marcos González e Ramon; Cáceres, Luiz Antônio, Renato Abreu (Ibson ou Bottinelli) e Thomás; Negueba e Vagner Love
Técnico: Dorival Júnior
Técnico: Dorival Júnior
São Paulo testa sua gangorra contra a paz do Corinthians
O jogo da tarde deste domingo no Pacaembu tem sabor diferente para Corinthians e São Paulo. O primeiro já pensa adiante, daqui a quatro meses, no Chelsea e no Mundial de Clubes do Japão. Para o rival, o curto prazo é a prioridade: vencer e se aproximar do G4.
A vaga na Libertadores de 2013, que o São Paulo também pode alcançar via Copa Sul-Americana, é o objetivo e não se pode desprezar o Brasileiro como caminho para isso. E os dias que antecedem ao jogo mostram como uma derrota será digerida de maneira diferente no Parque São Jorge e no Morumbi.
No Corinthians, clima tranquilo até mesmo depois de más notícias. Guerrero, centroavante que deveria ser o titular, torceu o tornozelo na quarta-feira e foi vetado. Drama? Nenhum. A ponto de o técnico Tite até pensar em não escalar desde o início o atacante Emerson, recuperado também de problema no tornozelo, e que seria a opção natural para Guerrero.
Do outro lado, Ney Franco trabalha com campanha que se compara a uma gangorra. O perde e ganha faz ele não ter dúvida de que Luis Fabiano, que ficou parado só uma semana a menos do que Emerson, entrará em campo.
"Temos reforços para conseguirmos desempenho que permita a vitória contra um time entrosado e que vem ganhando", disse Ney Franco.
Se no CT Joaquim Grava Tite deixou câmeras e jornalistas analisarem cada movimento que testou, na Barra Funda Ney Franco usou o mistério. Não na escalação, que ele divulgou (desconsiderando a possibilidade de ter blefado). Mas os segredos de marcação e as jogadas ensaiadas de escanteio e faltas laterais não foram filmados.
Se Tite pudesse conversar com Ney Franco nestes dias que antecederam ao encontro, talvez contasse a ele a história do copo cheio, copo vazio. No ano passado, quando Corinthians e São Paulo se encontraram pelo Brasileiro em setembro, no Morumbi, uma derrota para o rival poderia significar a queda do corintiano depois de Corinthians perder a liderança do Campeonato Brasileiro.
Terminou 0 a 0, ele ficou e depois foi campeão. "Naquele jogo, eu estava com o copo cheio. Uma gota e derramava tudo. Hoje, meu copo está vazio", disse o corintiano.
CORINTHIANS
Cássio; Alessandro, Chicão, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Douglas; Romarinho e Emerson
T.: Tite
SÃO PAULO
Rogério; Paulo Miranda, Rafael Tolói, Rhodolfo e Douglas; Paulo Assunção, Denilson, Maicon e Jadson; Lucas e Luis Fabiano
T.: Ney Franco
Estádio: Pacaembu Horário: 16h Árbitro: Wilson Luiz Seneme
Cássio; Alessandro, Chicão, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Douglas; Romarinho e Emerson
T.: Tite
SÃO PAULO
Rogério; Paulo Miranda, Rafael Tolói, Rhodolfo e Douglas; Paulo Assunção, Denilson, Maicon e Jadson; Lucas e Luis Fabiano
T.: Ney Franco
Estádio: Pacaembu Horário: 16h Árbitro: Wilson Luiz Seneme
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