A paciência acabou. A Torcida Jovem, principal organizada do Santos, decidiu não mais apoiar o meia Paulo Henrique Ganso e quer que o jogador deixe a Vila Belmiro. Neste sábado, antes do clássico contra o Palmeiras, o nome do meia não será cantado. Pelo contrário, ao invés de chamá-lo de maestro, como fazia até o começo do mês, o fanáticos entoarão um grito de protesto: "Não é mole, não, Paulo Henrique mais respeito com o Peixão".
Desde o clássico contra o Corinthians, no último domingo, a Jovem não gritava mais o nome de Ganso, mas também evitava críticas. Porém, a declaração do meia de que "seria um prazer jogar no São Paulo", dada na última quinta-feira, foi a gota d'água.
- Parecia que o Paulo Henrique era jogador de um time pequeno e tinha recebido proposta de um clube da Europa. O São Paulo é rival do Santos, ele faltou com respeito - disse um diretor da organizada, que não quis se identificar.
Mesmo que o camisa 10 tenha boas atuações, a torcida promete manter as críticas enquanto ele estiver no clube. Contudo, sócios da organizada serão orientados a não extrapolarem nas manifestações, a fim de evitar que o meia use isso como pretexto para forçar uma saída do Santos.
A atual diretoria do Peixe mantém boa relação com as torcidas organizadas e já está ciente do posicionamento da Jovem: a organizada quer que o meia seja negociado, de preferência com um clube de outro estado ou país.
- Esperamos dois anos. Não falamos nada, mesmo quando ele negociou com o Corinthians. Não dá mais - comentou o diretor da Jovem ouvido pelo LANCENET!.
Na partida contra o Figueirense, semana passada, Ganso foi chamado de mercenário por alguns torcedores. Na última quarta-feira, após a decisão da Recopa, contra a Universidad, o jogador novamente foi criticado. Em ambas as situações, ele não quis rebater os fanáticos e se calou.
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Após cirurgia, Wellington volta ao São Paulo no clássico
São Paulo, SP, 24 (AFI) - O torcedor são-paulino pode comemorar não apenas o retorno de Douglas e Luis Fabiano ao time do São Paulo para o clássico deste domingo contra o Corinthians, mas também a volta de Wellington. O volante, que passou por cirurgia no joelho no fim de fevereiro, foi relacionado pelo técnico Ney Franco para a partida contra o rival alvinegro.
"Estou feliz demais. Graças a Deus me recuperei para o clássico, não queria perder por nada. Será um jogo importante para o clube, time e torcida. Então, fico feliz de poder ser relacionado novamente", disse Wellington, que vai começar no banco a partida de domingo, às 16h, no Pacaembu.
Apesar de afirmar que tem condições de atuar por 90 minutos, Wellington vai ver Paulo Miranda, contratado exatamente devido à deficiência de marcação no meio-campo tricolor, ser titular pela primeira vez com a camisa do São Paulo. Mas a presença do garoto de 21 anos é importante não apenas pelo seu papel dentro de campo, mas também pela personalidade fora dele.
Por isso, o elenco comemora o retorno do volante. "É muito importante o retorno dele para nós. Acima de tudo, ele é um cara espetacular, um grande irmão. Ele dá alegria ao grupo com sua vontade e prazer de jogar futebol. Dentro de campo o Wellington dispensa comentários. É um volante de pegada e que sabe sair jogando com a bola", elogiou Lucas.
"É um grande jogador, de muita qualidade. Ainda não joguei com ele, só contra ele (risos). Jogador de muita pegada , força e incomoda muito os meias de ligação. Ele tem tudo para nos ajudar muito nesta volta. O setor ficará muito forte", completou o meia Jadson.
"Estou feliz demais. Graças a Deus me recuperei para o clássico, não queria perder por nada. Será um jogo importante para o clube, time e torcida. Então, fico feliz de poder ser relacionado novamente", disse Wellington, que vai começar no banco a partida de domingo, às 16h, no Pacaembu.
Apesar de afirmar que tem condições de atuar por 90 minutos, Wellington vai ver Paulo Miranda, contratado exatamente devido à deficiência de marcação no meio-campo tricolor, ser titular pela primeira vez com a camisa do São Paulo. Mas a presença do garoto de 21 anos é importante não apenas pelo seu papel dentro de campo, mas também pela personalidade fora dele.
Por isso, o elenco comemora o retorno do volante. "É muito importante o retorno dele para nós. Acima de tudo, ele é um cara espetacular, um grande irmão. Ele dá alegria ao grupo com sua vontade e prazer de jogar futebol. Dentro de campo o Wellington dispensa comentários. É um volante de pegada e que sabe sair jogando com a bola", elogiou Lucas.
"É um grande jogador, de muita qualidade. Ainda não joguei com ele, só contra ele (risos). Jogador de muita pegada , força e incomoda muito os meias de ligação. Ele tem tudo para nos ajudar muito nesta volta. O setor ficará muito forte", completou o meia Jadson.
Cuca critica opção por torcida única em clássico
Belo Horizonte, MG, 24 (AFI) - O técnico Cuca não gostou da decisão tomada em conjunto por Cruzeiro, Atlético-MG, Polícia Militar e Ministério Público de barrar a presença de torcedores visitantes nos clássicos mineiros no Independência neste Brasileirão. Quando a equipe alvinegra entrar em campo neste domingo, às 18h30, encontrará apenas a torcida celeste no estádio reinaugurado no primeiro semestre.
"Não vejo o que tirar de positivo tendo a torcida só do adversário. Temos que ter a concentração ainda maior por ter só torcedor adversário no campo. Temos que ser mais fortes do que a gente é", comentou Cuca, em entrevista coletiva nesta sexta-feira.
Independente do resultado do clássico, o Atlético-MG vai terminar o primeiro turno na liderança do Brasileirão. Em caso de vitória, tem a possibilidade de fechar a primeira metade da competição com até nove pontos de folga sobre o segundo colocado.
Apesar do panorama favorável, Cuca mantém a cautela. "É muito cedo para comemorar alguma coisa. Nem o primeiro turno acabou. A gente tem que fazer as mesmas coisas, do mesmo jeito. Seria muito desagradável lá na frente ter que explicar por que as coisas mudaram", destacou o técnico do Atlético.
Cuca também lembrou com carinho da época em que trabalhava com Celso Roth, hoje treinador do Cruzeiro. "O Celso era meu preparador físico em 1985, lá no Juventude, com Levir Culpi e depois Felipão treinador. Depois, no Grêmio, com Felipão. Já fomos campeões juntos e desejo a ele toda sorte do mundo, exceto quando jogar contra a gente."
"Não vejo o que tirar de positivo tendo a torcida só do adversário. Temos que ter a concentração ainda maior por ter só torcedor adversário no campo. Temos que ser mais fortes do que a gente é", comentou Cuca, em entrevista coletiva nesta sexta-feira.
Independente do resultado do clássico, o Atlético-MG vai terminar o primeiro turno na liderança do Brasileirão. Em caso de vitória, tem a possibilidade de fechar a primeira metade da competição com até nove pontos de folga sobre o segundo colocado.
Apesar do panorama favorável, Cuca mantém a cautela. "É muito cedo para comemorar alguma coisa. Nem o primeiro turno acabou. A gente tem que fazer as mesmas coisas, do mesmo jeito. Seria muito desagradável lá na frente ter que explicar por que as coisas mudaram", destacou o técnico do Atlético.
Cuca também lembrou com carinho da época em que trabalhava com Celso Roth, hoje treinador do Cruzeiro. "O Celso era meu preparador físico em 1985, lá no Juventude, com Levir Culpi e depois Felipão treinador. Depois, no Grêmio, com Felipão. Já fomos campeões juntos e desejo a ele toda sorte do mundo, exceto quando jogar contra a gente."
Recuperado, Valdívia volta ao time do Palmeiras no clássico
São Paulo, SP, 24 (AFI) - O meia Valdivia e o volante Corrêa serão as novidades da equipe do Palmeiras para o clássico deste sábado, contra o Santos, às 18h30, no Pacaembu. A lista de desfalques, porém, segue grande, e ganhou os nomes do zagueiro Adalberto Román e do meia Patrik, que ficaram no departamento médico nesta sexta-feira, com dores musculares.
Já Valdivia, que, segundo disse Felipão depois do jogo contra o Botafogo, quarta-feira, tinha 90% de chances de atuar no clássico, participou normalmente do treino recreativo desta sexta-feira. Recuperado de dores na coxa esquerda, foi relacionado normalmente.
Já Corrêa não participou do duelo contra os cariocas porque não está ainda inscrito na Copa Sul-Americana. Assim, deverá voltar ao time exatamente no lugar de Román, enquanto Valdivia ocupa a vaga de Patrik.
De resto, o time deverá ser o mesmo que pegou o Botafogo, com Bruno; Luiz Gustavo, Mauricio Ramos, Leandro Amaro e Juninho; Henrique, João Vitor, Correa e Valdivia; Mazinho e Barcos.
Ficam de fora Thiago Heleno (suspenso), Artur, Márcio Araújo, Maikon Leite, Daniel Carvalho (todos com problemas musculares), Luan (recuperado forma física), Wesley, Fernandinho e Assunção (operaram o joelho).
Já Valdivia, que, segundo disse Felipão depois do jogo contra o Botafogo, quarta-feira, tinha 90% de chances de atuar no clássico, participou normalmente do treino recreativo desta sexta-feira. Recuperado de dores na coxa esquerda, foi relacionado normalmente.
Já Corrêa não participou do duelo contra os cariocas porque não está ainda inscrito na Copa Sul-Americana. Assim, deverá voltar ao time exatamente no lugar de Román, enquanto Valdivia ocupa a vaga de Patrik.
De resto, o time deverá ser o mesmo que pegou o Botafogo, com Bruno; Luiz Gustavo, Mauricio Ramos, Leandro Amaro e Juninho; Henrique, João Vitor, Correa e Valdivia; Mazinho e Barcos.
Ficam de fora Thiago Heleno (suspenso), Artur, Márcio Araújo, Maikon Leite, Daniel Carvalho (todos com problemas musculares), Luan (recuperado forma física), Wesley, Fernandinho e Assunção (operaram o joelho).
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