quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Noticiais do Paysandu

'Uma decisão', diz Vanderson sobre o Salgueiro

Rivalidade, necessidade de vitória e um adversário com um ruim retrospecto nos jogos fora de casa, esses são alguns dos ingredientes que cerca a partida entre Paysandu e Salgueiro-PE, neste domingo (21), pelo Campeonato Brasileiro da Série C.

O Papão precisa vencer para dar um passo considerável na caminhada para conseguir o acesso. Em busca de mais três pontos, os jogadores mais experientes do grupo chamam a responsabilidade.

O volante Vanderson, um dos mais antigos no Paysandu, encara o autor do ‘Salgueiraço’, como uma decisão. “Cada jogo nós encaramos como uma decisão. Eu conversei com o grupo e disse que ia encarar esse como o meu primeiro e como o último. Então todo mundo encara como uma decisão de campeonato e ninguém quer perder em casa”, garantiu o jogador.

Em 24 pontos disputados longe de seus domínios, o Salgueiro-PE conquistou apenas três, um, inclusive, contra o Águia de Marabá.

Para muitos, o trauma da eliminação em 2010, em plena Curuzu, ainda pode pesar para o atual elenco. Moisés, porém, descarta qualquer envolvimento daquela partida para o próximo confronto entre as duas equipes.

“Não tem essa história. O Salgueiro venceu aquele jogo por merecimento, mas hoje temos um grupo diferente, jogadores diferentes. Pedimos a Deus que nos ajude a alcançar a vitória”, comentou o atacante Moisés.

Paysandu e Salgueiro-PE se enfrentam neste domingo (21), às 17h00, no Mangueirão.

(DOL, com informações do Diário do Pará)
 

Grupo de Sérgio Cabeça não abre mão de concorrer

Com as chances da aprovação do novo estatuto do Clube do Remo, que torna as eleições diretas, cada vez mais remotas para esse ano, o cenário político no Leão Azul é quem sofre as consequências. Sem o voto direto, ao que tudo indica, o comando dos próximos dois anos no Baenão não sofrerá grandes mudanças. Com apenas dois nomes - um deles ainda indeciso - para disputar a votação em dezembro, a pergunta que fica é: após o quarto ano de fracasso, por onde ficou a renovação nesta agremiação que já chega à marca de mais 100 anos de história?Fazendo oposição, um nome inédito no futebol do Remo surgiu para 2013: o do benemérito Roberto Macedo. O problema é que, pelos bastidores, já se afirma que, com as eleições indiretas, as chances de um candidato de oposição assumir a presidência são baixas. Sabe-se que a decisão de escolher o mandatário máximo do Filho da Glória e do Triunfo termina sempre nas mãos do grupo mais forte no Conselho Deliberativo. Essa turma nada mais é do que a mesma responsável por ter eleito o atual presidente Sérgio Cabeça nas últimas eleições e que não abrirá mão de apoiar novamente a chapa da situação.Até o momento Sérgio Cabeça ainda não se definiu nem indicou outro nome para assumir seu posto. Ele, por enquanto, diz somente que ainda segue “em pleno mandato e resolvendo os problemas do clube”. Ontem, uma nova informação dá conta que ele pode anunciar sua candidatura ou desistência até esse sábado. Mas, segundo suas próprias palavras em entrevista ao Bola, o que o motiva a pensar em tentar se reeleger é o fato de não ter deixado o Remo mergulhado em dívidas e com chances de perder bens. “Tenho honrando todos os compromissos na Justiça do Trabalho e tenho arrumado toda a casa”, avisa.

Indecisão tem incomodado

O atual presidente Sérgio Cabeça, apesar de ser uma liderança entre os grandes nomes azulinos, começa a sofrer certa pressão de beneméritos e grande beneméritos para que sua escolha venha logo a público. O tempo passa e outros nomes do seu grupo de apoio pensam em se candidatar no seu lugar, pois sabem que as chances de vitórias em uma eleição indireta são grandes. O que deixa claro que caras novas no comando do clube estão cada vez mais distantes. Quem está no poder, parece não “querer largar o osso” tão cedo, mesmo o clube estando em decadência.Manoel Ribeiro, presidente do Conselho Deliberativo (Condel), afirma, entretanto, que o Condel azulino é renovado a cada quatro anos através, inclusive, de eleições diretas. “Nós temos 120 conselheiros que não votaram na última eleição e votaram nessa. A renovação no Condel sempre acontece. O que não muda são os beneméritos e os grandes beneméritos”, defende. Exatamente esses cargos de honraria azulina fazem diferença no final. Em recente entrevista à Rádio Clube, o recente benemérito Sérgio Dias, demonstrou insatisfação com a chapa de Roberto Macedo. “É uma pergunta difícil de responder (se Roberto é um grande nome ou não). Mas, o que sei, é que ele ficou bastante tempo afastado da vida do clube e, agora, veio com essa ideia”, expôs Dias.

(Diário do Pará)

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